quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Costa do Sauípe - Bahia

Coqueiros, mar ,duna,sol.
Um lugar magnífico.Sempre tive vontade e conhecê-lo.E aqui estou, neste paraíso.
Entrando nele havia  duna e muita vegetação, onde os dois juntos viravam uma cor linda.Meus olhos e minha alma estavam paralisados com a beleza daquele lugar.Após alguns minutos consegui compreender como a natureza é extremamente maravilhosa, e que nós, seres humanos, não damos importância aos pequenos detalhes da vida, que às vezes nos surpreende.
Descendo junto com a natureza havia bandeiras de vários países e uma ciclovia onde as pessoas podiam se comunicar com a natureza.
Muitas curvas depois, cheguei ao hotel em que iria ficar.Chocada com o tamanho do hotel e o tamanho do lugar em si, entrei.
Mas o tamanho do hotel não me chocou se comparado a praia em frente a ele.
Eu só podia estar sonhando, um lindo gramado com coqueiros, piscina e ainda uma praia na frente.
O sol era tão radiante que a água do mar se transformava num azul turquesa onde a água brilhava.Parecia que estava sorrindo.
Ah...! E o passeio que fiz pela ciclovia...o contato com a natureza, o ar puro, a duna...Ai que delícia!
Pisei na duna. Nossa tão fina, macia, gostosa.
Não queria ir embora nunca mais desse paraíso!
Coqueiros, mar, duna, sol....

obs: E esse foi o segundo e último texto que penso que consegui passar aquilo que estava sentindo.

Mont Saint Michel - França

Amarelo, a cor das margaridas, que lindas!
À medida que chegava mais perto do monastério, a paisagem se modificava transformando-se em um deserto de areia misturado com água por conta da maré baixa.Um único caminho ligava a cidade do Morro São Michel, o resto, deserto.
Cada vez mais que monastério se aproximava, mais me lembrava de um castelo de conto de fadas.Deixei o carro e finalmente fui deslumbrá-lo, conhecê-lo.Para visitar o castelo, era preciso subir muitas escadas, mas o sacrifício foi recompensado.Ah! Que vista maravilhosa.Tive a impressão de que só existia um único ser no mundo, eu, olhando aquela paisagem magnífica.
Eu naquele deserto me sentia um nada, uma coisa sem importância diante daquela beleza.
Olhei tanto que não me recordo quanto tempo fiquei lá, mas só sei que aquele tempo foi o suficiente para se tornar inesquecível.
                                                                               Manuela Crosera


obs: Esse texto escrevi quando estava no segundo colegial a pedido da professora de português, que pediu como lição que escrevéssemos algo sobre nossas férias de julho de 2007.
Nesse ano fui passar minhas férias de julho na França com a minha irmã e tive a oportunidade de conhecer esse monastério e queria dividir com vocês essa sensação maravilhosa.
Também esse texto foi um dos poucos que realmente gostei do que escrevi e fiquei orgulhosa do meu trabalho.Adoro essa sensação de dever cumprido,quando você se dá por inteiro naquilo que faz.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Casa Redonda

 Casa Redonda, o lugar onde passei minha infância dos 3 anos aos 6 anos.Foram anos maravilhosos, sem preocupações, sem deveres, sem compromisso com o mundo.Um lugar livre para descobertas, contato com a natureza, onde a imaginação aflorava a cada dia.Tínhamos a escolha de brincar com barro, madeira, pintura, desenho, pular corda, caminhar pela mata, brincar de escalar o paredão de terra, fazer massagem com o conta gotas e pincel. Esse lugar só me trouxe lembranças boas, alegrias, amizades, risadas, companherismo.O contato intenso com as professoras, a liberdade de dormir com amigas na casa delas, era muito divertido.No último ano, as crianças começavam a aprender palavras, sílabas e até palavras.Lembro que não gostava de aprender a ler e nem a escrever.Minha mãe e a diretora Péo não ficaram preocupadas, me deixaram livre.
 Quando fui para a primeira série na escola da Granja Viana, todos os alunos já sabiam escrever em letra de forma e cursiva, e eu não.Tinha que copiar muitos textos mas não fiquei atrasada, pois aprendi muito rápido.Minha lembrança de aprender a escrever, foi de ser uma coisa muito fácil que aprendi muito rápido.Esses seis meses foram ótimos. Penso que quando estava na Casa Redonda queria aproveitar o máximo lá, e estava em outro ambiente de liberdade.Na outra escola era um outro ambiente de dever,de ter aula.
Para a minha formação como pessoa , a Casa Redonda foi o lugar perfeito, tenho muitas lembranças e jamais esquecerei.
O fato de aprender mais tarde a ler e a escrever trouxe mais facilidade na aprendizagem, pois na Casa Redonda escutava muitas histórias, tinha muitos estímulos manuais, e acho que isso me ajudou.
Isso foi a maior parte da minha infância.