quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pergunta do seminário: o ato de escrever
A memória de longo prazo dos escritores ajuda na qualidade do texto?
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pergunta da Laura
Pergunta:
O hipertexto permite uma maior facilidade quando buscamos informações pontuais em um texto. Você acredita que ele teria apenas um caráter informativo ou não? É possível obter conhecimentos mais que informativos em um hipertexto?
Acredito que quando se pesquisa sobre algum conteudo específico o hipertexto não acrescenta na pesquisa, mas se a procura é sobre a segunda Guerra Mundial, precisamos de informações complementares para entender o contexto da Guerra, o que aconteceu antes para entendermos o porque dessa Guerra.
Depende do que se pesquisa, o hipertexto pode ser só informativo ou pode ter outro carater.
O hipertexto permite uma maior facilidade quando buscamos informações pontuais em um texto. Você acredita que ele teria apenas um caráter informativo ou não? É possível obter conhecimentos mais que informativos em um hipertexto?
Acredito que quando se pesquisa sobre algum conteudo específico o hipertexto não acrescenta na pesquisa, mas se a procura é sobre a segunda Guerra Mundial, precisamos de informações complementares para entender o contexto da Guerra, o que aconteceu antes para entendermos o porque dessa Guerra.
Depende do que se pesquisa, o hipertexto pode ser só informativo ou pode ter outro carater.
Pergunta da Renata Padilha
Pergunta:
Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?
Depois desse estudo sobre o ato da escrita, pude observar que no meu processo de escrita ocorre o planejamento a tradução e a revisão. Percebi que é importante esses três elementos para a formação do texto com qualidade e sem erros gramaticais. É interessante pensar que a primeira frase delimita a segunda e assim por diante, sendo que às vezes o caminho percorrido não era o imaginado.
Comecei a analisar melhor como escrevo, como é o meu processo de escrita em cada texto, a minha maneira de planejar, penso que acrescentou meu olhar para o ato da escrita.
Foi curioso porque enquanto escrevia esse texto pensava no meu processo de escrita. A primeira frase reli e revisei umas dez vezes.
Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?
Depois desse estudo sobre o ato da escrita, pude observar que no meu processo de escrita ocorre o planejamento a tradução e a revisão. Percebi que é importante esses três elementos para a formação do texto com qualidade e sem erros gramaticais. É interessante pensar que a primeira frase delimita a segunda e assim por diante, sendo que às vezes o caminho percorrido não era o imaginado.
Comecei a analisar melhor como escrevo, como é o meu processo de escrita em cada texto, a minha maneira de planejar, penso que acrescentou meu olhar para o ato da escrita.
Foi curioso porque enquanto escrevia esse texto pensava no meu processo de escrita. A primeira frase reli e revisei umas dez vezes.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pergunta da Renata Catib
A escrita cuneiforme possibilitou maiores nuances de sentidos e matizes de significados, possibilitando assim o registro de uma literatura muito mais rica e complexa. A sofisticação na escrita aumentou muito, mas será que a escrita pode ser considerada tão rica ou eficiente quanto a nossa linguagem oral?
A escrita e a linguagem oral são meios de comunicação, sendo que uma necessita de alguém para ocorrer e a outra não. Na fala podemos modificar diversas vezes aquilo que queremos transmitir para outro e conseguimos dialogar. Ela possibilita corrigir, mudar, transformar aquilo que queremos dizer, mas também podemos errar a pronúncia, errar aquilo que queremos trasmitir para o outro.
Na escrita podemos modificar o texto quantas vezes for preciso, mas quando está pronto, não podemos mais. O significa daquilo proposto pode não ser igual para todos, e não conseguimos mudar isso. Uma vantagem que o texto tem é que já está pronto, certo, com a pontuação correta.
Os dois meios de comunicação possuem a mesma importância, o que decidi qual é o meio mais apropriado é cada situação.
A escrita e a linguagem oral são meios de comunicação, sendo que uma necessita de alguém para ocorrer e a outra não. Na fala podemos modificar diversas vezes aquilo que queremos transmitir para outro e conseguimos dialogar. Ela possibilita corrigir, mudar, transformar aquilo que queremos dizer, mas também podemos errar a pronúncia, errar aquilo que queremos trasmitir para o outro.
Na escrita podemos modificar o texto quantas vezes for preciso, mas quando está pronto, não podemos mais. O significa daquilo proposto pode não ser igual para todos, e não conseguimos mudar isso. Uma vantagem que o texto tem é que já está pronto, certo, com a pontuação correta.
Os dois meios de comunicação possuem a mesma importância, o que decidi qual é o meio mais apropriado é cada situação.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Para refletir (pergunta da Samanta)
A pergunta de Samanta :
O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.
Quando se lê em voz alta, a preocupação ou o foco está nos outros, em como ler claramente para ser compreendida. Não se dá atenção para o conteúdo, parece palavras cuspidas sem significado. Não se pode voltar para reler o parágrafo que não entendeu, não existe liberdade de parar, descansar e voltar a ler.
Em contrapartida a leitura silenciosa proporciona uma concentração, pois a partir de agora a relação deixa de ser eu com os outros e passa a ser eu e com livro.
Existe a flexibilidade de parar, descansar, reler o parágrafo que não entendeu, anotar informações que julga importante. Essa relação com o livro é mais próxima, deixando o indivíduo à vontade, podendo refletir sobre o que leu.
Em um ambiente calmo, sem barulho, minha leitura é silenciosa, pois não me desconcentro com outras coisa, só existe a relação eu com o livro, mas quando o ambiente é barulhento com pessoas falando, preciso ler em voz baixa para compreender o que estou lendo e mesmo assim não entendo tudo.
A passagem da leitura em voz alta para a leitura silenciosa foi um ganho importante principalmente na relação do indivíduo com o livro, ocorrendo uma relação mais íntima.
O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.
Quando se lê em voz alta, a preocupação ou o foco está nos outros, em como ler claramente para ser compreendida. Não se dá atenção para o conteúdo, parece palavras cuspidas sem significado. Não se pode voltar para reler o parágrafo que não entendeu, não existe liberdade de parar, descansar e voltar a ler.
Em contrapartida a leitura silenciosa proporciona uma concentração, pois a partir de agora a relação deixa de ser eu com os outros e passa a ser eu e com livro.
Existe a flexibilidade de parar, descansar, reler o parágrafo que não entendeu, anotar informações que julga importante. Essa relação com o livro é mais próxima, deixando o indivíduo à vontade, podendo refletir sobre o que leu.
Em um ambiente calmo, sem barulho, minha leitura é silenciosa, pois não me desconcentro com outras coisa, só existe a relação eu com o livro, mas quando o ambiente é barulhento com pessoas falando, preciso ler em voz baixa para compreender o que estou lendo e mesmo assim não entendo tudo.
A passagem da leitura em voz alta para a leitura silenciosa foi um ganho importante principalmente na relação do indivíduo com o livro, ocorrendo uma relação mais íntima.