quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pergunta do seminário: o ato de escrever
A memória de longo prazo dos escritores ajuda na qualidade do texto?
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pergunta da Laura
Pergunta:
O hipertexto permite uma maior facilidade quando buscamos informações pontuais em um texto. Você acredita que ele teria apenas um caráter informativo ou não? É possível obter conhecimentos mais que informativos em um hipertexto?
Acredito que quando se pesquisa sobre algum conteudo específico o hipertexto não acrescenta na pesquisa, mas se a procura é sobre a segunda Guerra Mundial, precisamos de informações complementares para entender o contexto da Guerra, o que aconteceu antes para entendermos o porque dessa Guerra.
Depende do que se pesquisa, o hipertexto pode ser só informativo ou pode ter outro carater.
O hipertexto permite uma maior facilidade quando buscamos informações pontuais em um texto. Você acredita que ele teria apenas um caráter informativo ou não? É possível obter conhecimentos mais que informativos em um hipertexto?
Acredito que quando se pesquisa sobre algum conteudo específico o hipertexto não acrescenta na pesquisa, mas se a procura é sobre a segunda Guerra Mundial, precisamos de informações complementares para entender o contexto da Guerra, o que aconteceu antes para entendermos o porque dessa Guerra.
Depende do que se pesquisa, o hipertexto pode ser só informativo ou pode ter outro carater.
Pergunta da Renata Padilha
Pergunta:
Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?
Depois desse estudo sobre o ato da escrita, pude observar que no meu processo de escrita ocorre o planejamento a tradução e a revisão. Percebi que é importante esses três elementos para a formação do texto com qualidade e sem erros gramaticais. É interessante pensar que a primeira frase delimita a segunda e assim por diante, sendo que às vezes o caminho percorrido não era o imaginado.
Comecei a analisar melhor como escrevo, como é o meu processo de escrita em cada texto, a minha maneira de planejar, penso que acrescentou meu olhar para o ato da escrita.
Foi curioso porque enquanto escrevia esse texto pensava no meu processo de escrita. A primeira frase reli e revisei umas dez vezes.
Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?
Depois desse estudo sobre o ato da escrita, pude observar que no meu processo de escrita ocorre o planejamento a tradução e a revisão. Percebi que é importante esses três elementos para a formação do texto com qualidade e sem erros gramaticais. É interessante pensar que a primeira frase delimita a segunda e assim por diante, sendo que às vezes o caminho percorrido não era o imaginado.
Comecei a analisar melhor como escrevo, como é o meu processo de escrita em cada texto, a minha maneira de planejar, penso que acrescentou meu olhar para o ato da escrita.
Foi curioso porque enquanto escrevia esse texto pensava no meu processo de escrita. A primeira frase reli e revisei umas dez vezes.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Pergunta da Renata Catib
A escrita cuneiforme possibilitou maiores nuances de sentidos e matizes de significados, possibilitando assim o registro de uma literatura muito mais rica e complexa. A sofisticação na escrita aumentou muito, mas será que a escrita pode ser considerada tão rica ou eficiente quanto a nossa linguagem oral?
A escrita e a linguagem oral são meios de comunicação, sendo que uma necessita de alguém para ocorrer e a outra não. Na fala podemos modificar diversas vezes aquilo que queremos transmitir para outro e conseguimos dialogar. Ela possibilita corrigir, mudar, transformar aquilo que queremos dizer, mas também podemos errar a pronúncia, errar aquilo que queremos trasmitir para o outro.
Na escrita podemos modificar o texto quantas vezes for preciso, mas quando está pronto, não podemos mais. O significa daquilo proposto pode não ser igual para todos, e não conseguimos mudar isso. Uma vantagem que o texto tem é que já está pronto, certo, com a pontuação correta.
Os dois meios de comunicação possuem a mesma importância, o que decidi qual é o meio mais apropriado é cada situação.
A escrita e a linguagem oral são meios de comunicação, sendo que uma necessita de alguém para ocorrer e a outra não. Na fala podemos modificar diversas vezes aquilo que queremos transmitir para outro e conseguimos dialogar. Ela possibilita corrigir, mudar, transformar aquilo que queremos dizer, mas também podemos errar a pronúncia, errar aquilo que queremos trasmitir para o outro.
Na escrita podemos modificar o texto quantas vezes for preciso, mas quando está pronto, não podemos mais. O significa daquilo proposto pode não ser igual para todos, e não conseguimos mudar isso. Uma vantagem que o texto tem é que já está pronto, certo, com a pontuação correta.
Os dois meios de comunicação possuem a mesma importância, o que decidi qual é o meio mais apropriado é cada situação.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Para refletir (pergunta da Samanta)
A pergunta de Samanta :
O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.
Quando se lê em voz alta, a preocupação ou o foco está nos outros, em como ler claramente para ser compreendida. Não se dá atenção para o conteúdo, parece palavras cuspidas sem significado. Não se pode voltar para reler o parágrafo que não entendeu, não existe liberdade de parar, descansar e voltar a ler.
Em contrapartida a leitura silenciosa proporciona uma concentração, pois a partir de agora a relação deixa de ser eu com os outros e passa a ser eu e com livro.
Existe a flexibilidade de parar, descansar, reler o parágrafo que não entendeu, anotar informações que julga importante. Essa relação com o livro é mais próxima, deixando o indivíduo à vontade, podendo refletir sobre o que leu.
Em um ambiente calmo, sem barulho, minha leitura é silenciosa, pois não me desconcentro com outras coisa, só existe a relação eu com o livro, mas quando o ambiente é barulhento com pessoas falando, preciso ler em voz baixa para compreender o que estou lendo e mesmo assim não entendo tudo.
A passagem da leitura em voz alta para a leitura silenciosa foi um ganho importante principalmente na relação do indivíduo com o livro, ocorrendo uma relação mais íntima.
O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.
Quando se lê em voz alta, a preocupação ou o foco está nos outros, em como ler claramente para ser compreendida. Não se dá atenção para o conteúdo, parece palavras cuspidas sem significado. Não se pode voltar para reler o parágrafo que não entendeu, não existe liberdade de parar, descansar e voltar a ler.
Em contrapartida a leitura silenciosa proporciona uma concentração, pois a partir de agora a relação deixa de ser eu com os outros e passa a ser eu e com livro.
Existe a flexibilidade de parar, descansar, reler o parágrafo que não entendeu, anotar informações que julga importante. Essa relação com o livro é mais próxima, deixando o indivíduo à vontade, podendo refletir sobre o que leu.
Em um ambiente calmo, sem barulho, minha leitura é silenciosa, pois não me desconcentro com outras coisa, só existe a relação eu com o livro, mas quando o ambiente é barulhento com pessoas falando, preciso ler em voz baixa para compreender o que estou lendo e mesmo assim não entendo tudo.
A passagem da leitura em voz alta para a leitura silenciosa foi um ganho importante principalmente na relação do indivíduo com o livro, ocorrendo uma relação mais íntima.
sábado, 22 de maio de 2010
Descrição do processo cognitivo na produção de textos (resumão)
O texto: "Descrição do processo cognitivo na produção de textos" de Flower e Hayes, trata de dois estudos sobre o processo de escrita, cada um baseado em um esquema.
O primeiro esquema, "Estrutura do modelo do processo de escrita" de Flower e Hayes, envolve três elementos principais: o contexto de produção, a memória de longo prazo do escritor e os processos de escrita. Como um sub-grupo do contexto de produção estão: o problema retórico (é o mais importante, pois define o tema a ser elaborado pelo escritor) e o texto produzido até agora (restringe o que o escritor pode escrever dali para a frente). A memória de longo prazo do escritor se relaciona diretamente com os temas apresentados até agora e pode ser resgatada pelo escritor a hora que for preciso. Os processos de escrita são divididos em quatro tópicos:
1º - Planejamento (representação interna / código visual) contém três sub-tópicos:
* geração de idéias (memória de longo duração)
* organização da idéias (apresentação e ordenação do texto)
* regulação de objetivo (criação do escritor, sendo o estágio de pré-escrita relacionado com o processo em curso e o processo de composição)
2º - Tradução: é o processo que coloca as idéias, imagens, símbolos em linguagem visível.
3º - Revisão (pode acarretar em novos planejamentos e traduções) contém dois sub-tópicos:
* avaliação
* alteração de texto
4º - Monitoramento: determina quanto tempo o escritor deve continuar a gerar idéias antes de começar a escrever, tendo controle do discurso.
Essa sequência: planejamento, tradução e revisão podem ocorrer a qualquer hora no ato de escrita, sempre gerando novos ciclos.
O segundo esquema " A organização geral do novo modelo" de Hayes, acrescenta alguns tópicos, sendo o mais importante o componente individual no processo de escrita. Os fatores motivacionais e afetivos também fazem parte desse novo esquema, pois podem interferir no processo de escrita. A memória de trabalho passa a ocupar a posição central, porque gerencia o processo em desenvolvimento e estoca as informações em uso.
No novo modelo, o planejamento foi substituído pela "reflexão", a tradução deu lugar "a produção de texto" e a revisão foi substituída pela "interpretação de texto". Os termos utilizados mudaram, mas os conceitos são semelhantes.
A comunidade científica que utiliza a descrição de Flower e Hayes para denominar os processos cognitivos durante a escrita de textos, preferem os termos "revisão", "geração" ou "produção de texto" (em vez de "tradução") e "planejamento" (em vez de "reflexão").
O primeiro esquema, "Estrutura do modelo do processo de escrita" de Flower e Hayes, envolve três elementos principais: o contexto de produção, a memória de longo prazo do escritor e os processos de escrita. Como um sub-grupo do contexto de produção estão: o problema retórico (é o mais importante, pois define o tema a ser elaborado pelo escritor) e o texto produzido até agora (restringe o que o escritor pode escrever dali para a frente). A memória de longo prazo do escritor se relaciona diretamente com os temas apresentados até agora e pode ser resgatada pelo escritor a hora que for preciso. Os processos de escrita são divididos em quatro tópicos:
1º - Planejamento (representação interna / código visual) contém três sub-tópicos:
* geração de idéias (memória de longo duração)
* organização da idéias (apresentação e ordenação do texto)
* regulação de objetivo (criação do escritor, sendo o estágio de pré-escrita relacionado com o processo em curso e o processo de composição)
2º - Tradução: é o processo que coloca as idéias, imagens, símbolos em linguagem visível.
3º - Revisão (pode acarretar em novos planejamentos e traduções) contém dois sub-tópicos:
* avaliação
* alteração de texto
4º - Monitoramento: determina quanto tempo o escritor deve continuar a gerar idéias antes de começar a escrever, tendo controle do discurso.
Essa sequência: planejamento, tradução e revisão podem ocorrer a qualquer hora no ato de escrita, sempre gerando novos ciclos.
O segundo esquema " A organização geral do novo modelo" de Hayes, acrescenta alguns tópicos, sendo o mais importante o componente individual no processo de escrita. Os fatores motivacionais e afetivos também fazem parte desse novo esquema, pois podem interferir no processo de escrita. A memória de trabalho passa a ocupar a posição central, porque gerencia o processo em desenvolvimento e estoca as informações em uso.
No novo modelo, o planejamento foi substituído pela "reflexão", a tradução deu lugar "a produção de texto" e a revisão foi substituída pela "interpretação de texto". Os termos utilizados mudaram, mas os conceitos são semelhantes.
A comunidade científica que utiliza a descrição de Flower e Hayes para denominar os processos cognitivos durante a escrita de textos, preferem os termos "revisão", "geração" ou "produção de texto" (em vez de "tradução") e "planejamento" (em vez de "reflexão").
Descrição do processo cognitivo na produção de textos (resuminho)
O texto: " Descrição do processo cognitivo na produção de textos" de Flower e Hayes, é baseado em dois esquemas sobre o contexto de produção, para melhor compreender o processo da escrita. Segundo o primeiro estudo, "Estrutura do modelo do processo de escrita" de Flower e Hayes, o ato da escrita envolve três elementos principais: o contexto de produção, a memória de longo prazo do escritor e os processos de escrita. O segundo estudo, "A organização geral do novo modelo" de Hayes, acrescenta no esquema o contexto social e a memória de trabalho como aspectos importantes no processo da escrita.
Os livros na Idade Média (resuminho)
O texto: "Os livros na Idade Média" de Jacques Verger, relata sobre o difícil acesso aos livros na Idade Média e como aos poucos foi se tendo uma pequena abertura para as pessoas com menos poder aquisitivo poderem acessá-los.
O material usado para confeccionar o livro, os copistas, as bibliotecas existentes, eram alguns dos assuntos tratados neste texto. Por fim, com a invenção da tipografia, o acesso ao livro foi se tornando cada fez mais acessível para as pessoas, permitindo um progresso cultural.
O material usado para confeccionar o livro, os copistas, as bibliotecas existentes, eram alguns dos assuntos tratados neste texto. Por fim, com a invenção da tipografia, o acesso ao livro foi se tornando cada fez mais acessível para as pessoas, permitindo um progresso cultural.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Os livros na Idade Média
O texto : "Os livros na Idade Média", de Jacques Verger, relata sobre o difícil acesso ao livro, e como aos poucos foi se tendo uma abertura para as pessoas poderem acessá-los. O material usado para fazer o livro era o pergaminho (caro, pesado ,mas resistente, o livro não estragava), e mais tarde o papel (mais barato, mas estragava mais facilmente). Também existia o bom copista, que era raro e caro, e o copista "amador", que não precisava ter muita experiência e era mais barato. No início, quem possuía uma biblioteca era somente pessoas de muita importância, por exemplo o rei. Existiam três tipos de biblioteca: as principescas, as das catedrais, mosteiros e conventos e as de colégio.Com o passar do tempo, se tornou permitido ter uma biblioteca em casa, mesmo pequena.
A invenção da tipografia acarretou numa rapidez e quantidade muito maior dos livros e também em relação a informação. Mas sua difusão foi lenta e os manuscritos continuaram a ser utilizados e a circularem.Toda a história do acesso ao livro e principalmente a imprensa permitiu um progresso cultural, abrindo portas para o público da cultura escrita.
A invenção da tipografia acarretou numa rapidez e quantidade muito maior dos livros e também em relação a informação. Mas sua difusão foi lenta e os manuscritos continuaram a ser utilizados e a circularem.Toda a história do acesso ao livro e principalmente a imprensa permitiu um progresso cultural, abrindo portas para o público da cultura escrita.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
autor e narrador
"Um narrador é um ser feito de palavras e não de carne e osso, como costumam ser os autores; o primeiro vive apenas em função da história que conta e enquanto a conta ( os limites da ficção são os da sua existência), enquanto o autor tem uma vida mais rica e diversificada, que antecede a composição deste romance e lhe sobrevive, e que mesmo durante essa gestação não vive exclusivamente pra isso."
Cartas a um jovem escritor ( páginas 58 e 59)
Analisando esse trecho do livro, compreendemos melhor a diferença entre o narrador e o autor, mas não podemos deixar de levar em consideração que o autor e seu romance tem uma aproximação, no sentido de que o autor não "pendura no cabide sua vida" e escreve um livro.Nesse sentido, completo com a frase do texto "Mergulho num lago gelado" de Susan Sontag:
"...empresto pedaços de mim mesma a todos os meus personagens."
Cartas a um jovem escritor ( páginas 58 e 59)
Analisando esse trecho do livro, compreendemos melhor a diferença entre o narrador e o autor, mas não podemos deixar de levar em consideração que o autor e seu romance tem uma aproximação, no sentido de que o autor não "pendura no cabide sua vida" e escreve um livro.Nesse sentido, completo com a frase do texto "Mergulho num lago gelado" de Susan Sontag:
"...empresto pedaços de mim mesma a todos os meus personagens."
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Cartas a um jovem escritor
"Leia muitíssimo, porque é impossível ter uma linguagem rica e desenvolta sem ler um bocado de boa literatura, e tente, com todas as forças, pois não é tão fácil assim, evitar imitar os estilos dos escritores que admira e que lhe ensinaram a amar a literatura.Imite-os em tudo o mais: na devoção, na dedicação, na disciplina, nos hábitos, e adote, se julgá-las válidas, as suas convicções."
(página 52)
Esse trecho do livro, traz mais uma afirmação de que é necessário o ato da leitura para se ter uma linguagem rica e desenvolta.Separei esse excerto, porque na aula passada estávamos discutindo sobre isso.E achei interessante colocar o ponto de vista de Mario Vargas Llosa.
(página 52)
Esse trecho do livro, traz mais uma afirmação de que é necessário o ato da leitura para se ter uma linguagem rica e desenvolta.Separei esse excerto, porque na aula passada estávamos discutindo sobre isso.E achei interessante colocar o ponto de vista de Mario Vargas Llosa.
quarta-feira, 31 de março de 2010
prazer versus obrigação
Analisando o texto de João Ulbaldo Ribeiro, o ato da leitura foi desde o início uma coisa prazerosa que começou a partir da sua família que tinha o hábito de ler muito.Nessa frase ele retrata isso.
"Nada, porém era como os livros.Toda a família sempre foi obsecada por livros e às vezes ainda arma brigas ferozes por causa de livros, entre acusações mútuas de furto ou apropriação indébita.Meu avô furtava livros do meu pai, meu pai furtava livros de meu avô, eu furtava livros de meu pai e minha irmã até hoje furta livros de todos nós."
Como podemos observar, pra ele era uma diversão, uma brincadeira como outra qualquer.Ele lia por prazer, pois se interessava.O autor finaliza:
"Acho que sim, também joguei bola, tomei banho nu no rio, subi em árvores e acreditei em Papai Noel.Os livros eram uma brincadeira como outra qualquer, embora certamente a melhor de todos."
O estímulo que a família proporcionou indiretamente para o autor fez surgir uma paixão que são os livros, através deles podemos interpretar histórias de diferentes maneiras, e o mais instigante é quando conseguimos mergulhar interamente na leitura e esquecer todo o resto.É imaginar além daquilo que está escrito, é parar e pensar, é fazer conecções com outros textos, memórias, lembranças.Esse é o verdadeiro ato de ler.
No caso de João Ubaldo, o incentivo veio da família, mas pode-se ter outros incentivos: da escola, de amigos, de si próprio com o hábito da leitura.
Em contrapartida o texto de Graciliano Ramos, denuncia a dificuldade e o sofrimento para aprendizagem de ler e escrever, da obrigação, mas mesmo assim o autor vira um escritor.No início do texto Graciliano diz:
"Tive a idéia infeliz de abrir um desses folhetos, percorri as páginas amarelas, de papel ordinário."
Para ele essa experiência, essa curiosidade resultou num fim negativo.Não tomou gosto pela leitura pois foi obrigado a isso.No final diz:
"Dentro de algumas horas, de alguns minutos, a cena terrível se reproduziria: berros, cólera imensa a envolver me, aniquilar me, destruir os últimos vestígios de consciência, e o pedaço de madeira a martelar a carne machucada."
Além de ser uma obrigação, o pai batia nele.Isso poderia ter traumatizado Graciliano, mas hoje é um exelente escritor.
Podemos perceber que o estilo do autor refleti na sua história de vida, por exemplo Graciliano Ramos, tem uma escrita muito árida pesada,que se refleti na obrigação de aprender a ler.Um livro que mostra bem isso é o Vidas Secas, é uma leitura muito árida, seca, difícil e tem muita descrição de imagem, o que nos faz a usar mais a imaginação.
Atualmente, ler como alguém disse na classe, é visto como se tivesse sobrando tempo.É claro que não é isso,é muito mais profundo do que simplismente isso.E outra coisa que atrapalha, dispersa o ato da leitura, é o fato das crianças assistirem muita televisão, jogar videogame, ficar no computador.A leitura hoje tem um espaço muito pequeno na sociedade.Na opinião isso deveria mudar, mostrando o mundo da leitura para as crianças como algo divertido, estimulando-as.
"Nada, porém era como os livros.Toda a família sempre foi obsecada por livros e às vezes ainda arma brigas ferozes por causa de livros, entre acusações mútuas de furto ou apropriação indébita.Meu avô furtava livros do meu pai, meu pai furtava livros de meu avô, eu furtava livros de meu pai e minha irmã até hoje furta livros de todos nós."
Como podemos observar, pra ele era uma diversão, uma brincadeira como outra qualquer.Ele lia por prazer, pois se interessava.O autor finaliza:
"Acho que sim, também joguei bola, tomei banho nu no rio, subi em árvores e acreditei em Papai Noel.Os livros eram uma brincadeira como outra qualquer, embora certamente a melhor de todos."
O estímulo que a família proporcionou indiretamente para o autor fez surgir uma paixão que são os livros, através deles podemos interpretar histórias de diferentes maneiras, e o mais instigante é quando conseguimos mergulhar interamente na leitura e esquecer todo o resto.É imaginar além daquilo que está escrito, é parar e pensar, é fazer conecções com outros textos, memórias, lembranças.Esse é o verdadeiro ato de ler.
No caso de João Ubaldo, o incentivo veio da família, mas pode-se ter outros incentivos: da escola, de amigos, de si próprio com o hábito da leitura.
Em contrapartida o texto de Graciliano Ramos, denuncia a dificuldade e o sofrimento para aprendizagem de ler e escrever, da obrigação, mas mesmo assim o autor vira um escritor.No início do texto Graciliano diz:
"Tive a idéia infeliz de abrir um desses folhetos, percorri as páginas amarelas, de papel ordinário."
Para ele essa experiência, essa curiosidade resultou num fim negativo.Não tomou gosto pela leitura pois foi obrigado a isso.No final diz:
"Dentro de algumas horas, de alguns minutos, a cena terrível se reproduziria: berros, cólera imensa a envolver me, aniquilar me, destruir os últimos vestígios de consciência, e o pedaço de madeira a martelar a carne machucada."
Além de ser uma obrigação, o pai batia nele.Isso poderia ter traumatizado Graciliano, mas hoje é um exelente escritor.
Podemos perceber que o estilo do autor refleti na sua história de vida, por exemplo Graciliano Ramos, tem uma escrita muito árida pesada,que se refleti na obrigação de aprender a ler.Um livro que mostra bem isso é o Vidas Secas, é uma leitura muito árida, seca, difícil e tem muita descrição de imagem, o que nos faz a usar mais a imaginação.
Atualmente, ler como alguém disse na classe, é visto como se tivesse sobrando tempo.É claro que não é isso,é muito mais profundo do que simplismente isso.E outra coisa que atrapalha, dispersa o ato da leitura, é o fato das crianças assistirem muita televisão, jogar videogame, ficar no computador.A leitura hoje tem um espaço muito pequeno na sociedade.Na opinião isso deveria mudar, mostrando o mundo da leitura para as crianças como algo divertido, estimulando-as.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Filosofia da composição
"... decidi primeiro formular a pergunta final, a pergunta definitiva, para a qual o nevermore seria a última resposta, a mais desesperada, plena de dor e sofrimento."
página 4, texto: "A Filosofia da Composição"
"Meu livro vai crescendo por uma espécie de necessidade interna.Quando chego à última palavra, o livro está feito."
página 133, livro: "Como escrevo?"
O primeiro trecho é do Edgar Allan Poe fazendo referência a como escreveu o poema "O Corvo".O segundo é do José Saramago dizendo seu ritual de escrita.
Comparando os dois trechos, observamos os opostos.Aquele que começa do final e a partir dai formula o começo, e aquele que começa a partir do início e acaba no final, segue a lógica.
Na minha opinião, é mais fácil ter em mente o final de um poema, pois é mais curto do que um livro, tem-se então uma idéia geral da estrutura do poema a partir do final.
Já para a criação de um livro, é mais difícil, pois não se sabe ao certo o tamanho dele, logo, a medida que o autor escreve, vai tomando um rumo, até uma hora que decidi acabá-lo.
Ambos necessitam de uma total dedicação, no caso de Allan Poe, ele procurou conhecer o significado da palavra, o sentido dela, pesquisou a sensaçãoque pode causar, se é um sentimento de sofrimento ou alegria.Ao contrário de Saramago que se dedica escrevendo duas páginas por dia, e criando a partir do dia anterior sem pensar na conclusão ou final do livro.
página 4, texto: "A Filosofia da Composição"
"Meu livro vai crescendo por uma espécie de necessidade interna.Quando chego à última palavra, o livro está feito."
página 133, livro: "Como escrevo?"
O primeiro trecho é do Edgar Allan Poe fazendo referência a como escreveu o poema "O Corvo".O segundo é do José Saramago dizendo seu ritual de escrita.
Comparando os dois trechos, observamos os opostos.Aquele que começa do final e a partir dai formula o começo, e aquele que começa a partir do início e acaba no final, segue a lógica.
Na minha opinião, é mais fácil ter em mente o final de um poema, pois é mais curto do que um livro, tem-se então uma idéia geral da estrutura do poema a partir do final.
Já para a criação de um livro, é mais difícil, pois não se sabe ao certo o tamanho dele, logo, a medida que o autor escreve, vai tomando um rumo, até uma hora que decidi acabá-lo.
Ambos necessitam de uma total dedicação, no caso de Allan Poe, ele procurou conhecer o significado da palavra, o sentido dela, pesquisou a sensaçãoque pode causar, se é um sentimento de sofrimento ou alegria.Ao contrário de Saramago que se dedica escrevendo duas páginas por dia, e criando a partir do dia anterior sem pensar na conclusão ou final do livro.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Como escrevo?
Para escolher o escritor dei uma folheada no livro e fiquei entre três escritoras,mas depois lembrei que havia lido o livro do José Saramago, "Ensaio sobre a cegueira", e tinha gostado muito.Então resolvi checar se havia esse escritor, e achei. Li a primeira frase:
" Tenho uma disciplina que consiste em escrever duas páginas diárias."
página 133, livro: "Como escrevo?"
E comecei a me interessar no modo como o escritor organizava seu modo de escrever.É bem diferente da forma que eu estou acostumada a ouvir e a fazer,embora eu nunca tenha escrito um livro, mas digo no ato da escrita.Se começo uma redação por exemplo, acabo ela no mesmo dia e preciso estar concentrada em um lugar silencioso.
Outra coisa curiosa no depoimento de Saramago é o último trecho:
" Não reescrevo, não volto atrás para introduzir um capítulo mais, nem para tirar um que porventura não faça falta. Meu livro vai crescendo por uma espécie de necessidade interna.Quando chego à última palavra, o livro está feito."
página 133, livro: "Como escrevo?"
No meu ponto de vista é difícil não mudar algo em seu texto ou retirar algo. Sempre leio e vejo se tem alguma palavra que preciso mudar pra que fique melhor.A última frase parece uma coisa tão fácil e espontânea. Acabou e pronto.
Todos nós temos um ritual de leitura e escrita, e gostei bastante de descobrir esse ritual do escritor José Saramago.
" Tenho uma disciplina que consiste em escrever duas páginas diárias."
página 133, livro: "Como escrevo?"
E comecei a me interessar no modo como o escritor organizava seu modo de escrever.É bem diferente da forma que eu estou acostumada a ouvir e a fazer,embora eu nunca tenha escrito um livro, mas digo no ato da escrita.Se começo uma redação por exemplo, acabo ela no mesmo dia e preciso estar concentrada em um lugar silencioso.
Outra coisa curiosa no depoimento de Saramago é o último trecho:
" Não reescrevo, não volto atrás para introduzir um capítulo mais, nem para tirar um que porventura não faça falta. Meu livro vai crescendo por uma espécie de necessidade interna.Quando chego à última palavra, o livro está feito."
página 133, livro: "Como escrevo?"
No meu ponto de vista é difícil não mudar algo em seu texto ou retirar algo. Sempre leio e vejo se tem alguma palavra que preciso mudar pra que fique melhor.A última frase parece uma coisa tão fácil e espontânea. Acabou e pronto.
Todos nós temos um ritual de leitura e escrita, e gostei bastante de descobrir esse ritual do escritor José Saramago.
quinta-feira, 11 de março de 2010
O corvo
Não me simpatizei com o título nem de saber que era um poema.Li uma vez a primeira estrofe com a voz ao fundo da professora.Após a Samanta chegou e eu parei de novo.Li de novo a mesma estrofe.Li a segunda e a terceira estrofe com o ruído das pessoas.A palavra mais impactante das três estrofes foi umbrais.
As palavras do poema se misturam com as palavras da sala,por isso fica difícil de compreender o texto.Me desconcentra o barulho da sala,não estou com vontade de lê-lo.
Segunda página.Chegou a Camila.Me desconcentrei de novo.Estou na segunda estrofe.De novo a palavra umbrais.Barulho da cadeira.Barulho do teclado."Nunca mais".
Terceira página.Voz da professora,som do ar condicionado.Profeta.Me distrai e comecei a falar com a Ludmila no final da terceira página.Retomei ao texto.Página quatro.Nunca mais.
As palavras do poema se misturam com as palavras da sala,por isso fica difícil de compreender o texto.Me desconcentra o barulho da sala,não estou com vontade de lê-lo.
Segunda página.Chegou a Camila.Me desconcentrei de novo.Estou na segunda estrofe.De novo a palavra umbrais.Barulho da cadeira.Barulho do teclado."Nunca mais".
Terceira página.Voz da professora,som do ar condicionado.Profeta.Me distrai e comecei a falar com a Ludmila no final da terceira página.Retomei ao texto.Página quatro.Nunca mais.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Vocação literária
"Não acredito que os humanos nasçam com um destino programado desde o útero, por obra do acaso ou de uma divindade caprichosa que distribui entre esses novos seres aptidões, inaptidões, apetites ou inapetências. Mas também não acredito mais no que, em algum momento da minha juventude, sob a influência do voluntarismo dos existencialistas franceses - sobretudo Satre -, cheguei a acreditar: que a vocação também é uma escolha, uma livre expressão da vontade individual que decide o futuro de alguém.Apesar de acreditar que a vocação literária não seja determinada pelo destino nem venha carimbada nos genes dos futuros escritores, e a despeito da minha convicção de que a disciplina e a perseverança possam em alguns casos produzir gênios, acabei me convencendo de que a vocação literária não se explica apenas como uma livre escolha.Esta, para mim, é indispensável, mas unicamente numa segunda fase, posterior a uma disposição subjetiva inicial, inata ou surgida na infância ou na primeira juventude, que a escolha virá a fortalecer, mas não a fabricar dos pés à cabeça."
Mario Vargas Llosa
Esse trecho do livro:" Cartas a um jovem escritor" é incentivador do meu ponto de vista, pois como Mario Llosa apontou, não nascemos pré-destinados a sermos escritor, podemos na infânica ou na juventude descobrir esse talento, ou mesmo que não tenhamos a vocação, com disciplina e perseverança, podemos alcaçar nossos objetivos.
Com isso, essa matéria, nós ajuda a aprimorar o ato de escrever, pois é somente atráves do ato de escrever toda semana, como a Márcia falou, é que podemos escrever cada vez melhor.E até mesmo descobrir o talento para ser escritor.
Mario Vargas Llosa
Esse trecho do livro:" Cartas a um jovem escritor" é incentivador do meu ponto de vista, pois como Mario Llosa apontou, não nascemos pré-destinados a sermos escritor, podemos na infânica ou na juventude descobrir esse talento, ou mesmo que não tenhamos a vocação, com disciplina e perseverança, podemos alcaçar nossos objetivos.
Com isso, essa matéria, nós ajuda a aprimorar o ato de escrever, pois é somente atráves do ato de escrever toda semana, como a Márcia falou, é que podemos escrever cada vez melhor.E até mesmo descobrir o talento para ser escritor.
O ato de escrever
Os pais médicos, os pais ecritores, os pais jornalistas, os pais engenheiros.........independentemente da profissão devem incentivar e elogiar seus filhos quando produzem uma redação ou fazem um trabalho escrito.Isso faz com que o filho se orgulhoso dele mesmo e tente melhorar cada vez mais nos próximos textos.É claro que os pais podem criticar um pouco, corrigir o texto gramaticalmente, mas não desestimulá-lo pelo seu trabalho.
Cada um escreve da sua maneira, se esforça da sua maneira, tem visões diferentes, e isso no meu ponto de vista é ótimo, pois com isso temos diversas possibilidades de nos expressar.A sociedade é heterogênia nesse ponto e em diversos outros.
Também existe aqueles que tem o dom para escrever, como os escritores, que gostam de escrever sobre algo, que se expressam bem, que levam o ato de escrever como uma profissão para contarem algo que querem passar para seus os leitores.
Cada um escreve da sua maneira, se esforça da sua maneira, tem visões diferentes, e isso no meu ponto de vista é ótimo, pois com isso temos diversas possibilidades de nos expressar.A sociedade é heterogênia nesse ponto e em diversos outros.
Também existe aqueles que tem o dom para escrever, como os escritores, que gostam de escrever sobre algo, que se expressam bem, que levam o ato de escrever como uma profissão para contarem algo que querem passar para seus os leitores.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Cartas a um jovem escritor
Estou parada no trânsito faz dez minutos com a minha irmã..Tínhamos como objetivo chegar na academia em 15 minutos,mas o trajeto durou uma hora.Minha irmã estava brava porque não queria ficar parada no trânsito e eu estava rindo da situação porque ela falava de um jeito engraçado.
Quando percebi que o trânsito não ia andar mesmo, lembrei que tinha o livro "Cartas a um jovem escritor",então o peguei e comecei a ler com a Carol falando que estava um tédio.
Li umas três páginas grifando algumas frases,mas percebi que não tinha entendido nada,pois não consegui me concentrar com a minha irmã falando.
Depois em casa e com silêncio, reli aquelas páginas novamente e finalmente entendi o que estava escrito.O que parecia um bicho de sete cabeças virou uma coisa compreensível.
Percebi que não consigo ler em lugar barulhento ou com alguém falando do meu lado.Preciso de silêncio absoluto para me concentrar e entender o que está sendo dito.
Quando percebi que o trânsito não ia andar mesmo, lembrei que tinha o livro "Cartas a um jovem escritor",então o peguei e comecei a ler com a Carol falando que estava um tédio.
Li umas três páginas grifando algumas frases,mas percebi que não tinha entendido nada,pois não consegui me concentrar com a minha irmã falando.
Depois em casa e com silêncio, reli aquelas páginas novamente e finalmente entendi o que estava escrito.O que parecia um bicho de sete cabeças virou uma coisa compreensível.
Percebi que não consigo ler em lugar barulhento ou com alguém falando do meu lado.Preciso de silêncio absoluto para me concentrar e entender o que está sendo dito.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Costa do Sauípe - Bahia
Coqueiros, mar ,duna,sol.
Um lugar magnífico.Sempre tive vontade e conhecê-lo.E aqui estou, neste paraíso.
Entrando nele havia duna e muita vegetação, onde os dois juntos viravam uma cor linda.Meus olhos e minha alma estavam paralisados com a beleza daquele lugar.Após alguns minutos consegui compreender como a natureza é extremamente maravilhosa, e que nós, seres humanos, não damos importância aos pequenos detalhes da vida, que às vezes nos surpreende.
Descendo junto com a natureza havia bandeiras de vários países e uma ciclovia onde as pessoas podiam se comunicar com a natureza.
Muitas curvas depois, cheguei ao hotel em que iria ficar.Chocada com o tamanho do hotel e o tamanho do lugar em si, entrei.
Mas o tamanho do hotel não me chocou se comparado a praia em frente a ele.
Eu só podia estar sonhando, um lindo gramado com coqueiros, piscina e ainda uma praia na frente.
O sol era tão radiante que a água do mar se transformava num azul turquesa onde a água brilhava.Parecia que estava sorrindo.
Ah...! E o passeio que fiz pela ciclovia...o contato com a natureza, o ar puro, a duna...Ai que delícia!
Pisei na duna. Nossa tão fina, macia, gostosa.
Não queria ir embora nunca mais desse paraíso!
Coqueiros, mar, duna, sol....
obs: E esse foi o segundo e último texto que penso que consegui passar aquilo que estava sentindo.
Um lugar magnífico.Sempre tive vontade e conhecê-lo.E aqui estou, neste paraíso.
Entrando nele havia duna e muita vegetação, onde os dois juntos viravam uma cor linda.Meus olhos e minha alma estavam paralisados com a beleza daquele lugar.Após alguns minutos consegui compreender como a natureza é extremamente maravilhosa, e que nós, seres humanos, não damos importância aos pequenos detalhes da vida, que às vezes nos surpreende.
Descendo junto com a natureza havia bandeiras de vários países e uma ciclovia onde as pessoas podiam se comunicar com a natureza.
Muitas curvas depois, cheguei ao hotel em que iria ficar.Chocada com o tamanho do hotel e o tamanho do lugar em si, entrei.
Mas o tamanho do hotel não me chocou se comparado a praia em frente a ele.
Eu só podia estar sonhando, um lindo gramado com coqueiros, piscina e ainda uma praia na frente.
O sol era tão radiante que a água do mar se transformava num azul turquesa onde a água brilhava.Parecia que estava sorrindo.
Ah...! E o passeio que fiz pela ciclovia...o contato com a natureza, o ar puro, a duna...Ai que delícia!
Pisei na duna. Nossa tão fina, macia, gostosa.
Não queria ir embora nunca mais desse paraíso!
Coqueiros, mar, duna, sol....
obs: E esse foi o segundo e último texto que penso que consegui passar aquilo que estava sentindo.
Mont Saint Michel - França
Amarelo, a cor das margaridas, que lindas!
À medida que chegava mais perto do monastério, a paisagem se modificava transformando-se em um deserto de areia misturado com água por conta da maré baixa.Um único caminho ligava a cidade do Morro São Michel, o resto, deserto.
Cada vez mais que monastério se aproximava, mais me lembrava de um castelo de conto de fadas.Deixei o carro e finalmente fui deslumbrá-lo, conhecê-lo.Para visitar o castelo, era preciso subir muitas escadas, mas o sacrifício foi recompensado.Ah! Que vista maravilhosa.Tive a impressão de que só existia um único ser no mundo, eu, olhando aquela paisagem magnífica.
Eu naquele deserto me sentia um nada, uma coisa sem importância diante daquela beleza.
Olhei tanto que não me recordo quanto tempo fiquei lá, mas só sei que aquele tempo foi o suficiente para se tornar inesquecível.
Manuela Crosera
obs: Esse texto escrevi quando estava no segundo colegial a pedido da professora de português, que pediu como lição que escrevéssemos algo sobre nossas férias de julho de 2007.
Nesse ano fui passar minhas férias de julho na França com a minha irmã e tive a oportunidade de conhecer esse monastério e queria dividir com vocês essa sensação maravilhosa.
Também esse texto foi um dos poucos que realmente gostei do que escrevi e fiquei orgulhosa do meu trabalho.Adoro essa sensação de dever cumprido,quando você se dá por inteiro naquilo que faz.
À medida que chegava mais perto do monastério, a paisagem se modificava transformando-se em um deserto de areia misturado com água por conta da maré baixa.Um único caminho ligava a cidade do Morro São Michel, o resto, deserto.
Cada vez mais que monastério se aproximava, mais me lembrava de um castelo de conto de fadas.Deixei o carro e finalmente fui deslumbrá-lo, conhecê-lo.Para visitar o castelo, era preciso subir muitas escadas, mas o sacrifício foi recompensado.Ah! Que vista maravilhosa.Tive a impressão de que só existia um único ser no mundo, eu, olhando aquela paisagem magnífica.
Eu naquele deserto me sentia um nada, uma coisa sem importância diante daquela beleza.
Olhei tanto que não me recordo quanto tempo fiquei lá, mas só sei que aquele tempo foi o suficiente para se tornar inesquecível.
Manuela Crosera
obs: Esse texto escrevi quando estava no segundo colegial a pedido da professora de português, que pediu como lição que escrevéssemos algo sobre nossas férias de julho de 2007.
Nesse ano fui passar minhas férias de julho na França com a minha irmã e tive a oportunidade de conhecer esse monastério e queria dividir com vocês essa sensação maravilhosa.
Também esse texto foi um dos poucos que realmente gostei do que escrevi e fiquei orgulhosa do meu trabalho.Adoro essa sensação de dever cumprido,quando você se dá por inteiro naquilo que faz.